domingo, 5 de junho de 2016

Sobre o amor e sonhos

Sinto inveja do sol, pois todos os dias te banha com tal calor e é iluminado pela tua beleza.
Sinto pena da lua, pois a cada mês, por apenas 7 dias, pode te contemplar em sua plenitude.

Agradeço aos deuses de nunca terem posto os olhos em ti, pois, mesmo em minha pequenez, lutaria até minhas ultimas forças contra eles para continuar ao teu lado.
Mas também tenho pena deles, pois nunca ão de se perder por entre tuas covas profundas e lindas que somente sem óculos e a centímetros de distancia pode-se apreciar a total plenitude delas.

Não te admires de nenhum desses versos nem de qualquer palavra bonita, porque nenhum deles a mim  me pertencem, afinal o oleiro pertence ao barro? Não é, pois o oleiro que da forma ao barro?
Da mesma forma são estas palavras que a mim não me pertence, mas sim a minha fonte de inspiração, ao meu único amor. Recebe-as mesmo que em nada elas façam por a ti merecer. 

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